Frei Alex Candido da Silva

de Nossa Senhora de Fátima


Breve biografia

Datas significativas
Batismo: 4/1/1987, Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Salto do Lontra (PR).
Crisma: 7/11/1998, Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Salto do Lontra (PR).
Ingresso na Ordem: 16/2/2001, Seminário Santo Agostinho, Ampére (PR).
Vestição: 9/1/2005, Paróquia Santa Teresinha e Santo Agostinho, Ampére (PR).
Profissão simples: 8/1/2006, Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Ouro Verde d’Oeste (PR).
Profissão solene: 6/1/2012, Paróquia Sant’Agostinho, Pesaro – Itália.
Ordenação diaconal: 3/8/2013, Paróquia Santo Isabel da Hungria, Santa Izabel do Oeste (PR).
Ordenação sacerdotal: 22/3/2014, Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Salto do Lontra (PR).

Estudos
Bacharel em Filosofia (2009), Pontificia Università Gregoriana, Roma – Itália.
Bacharel em Teologia (2013), Pontificia Università Gregoriana, Roma – Itália.

Serviços prestados à Ordem/Igreja
Prior (2022-2023), Comunidade Fr. Antonio Desideri, Villa Elisa – Paraguai.
Pároco (2018-2021), Paróquia San José Obrero, Yguazú – Paraguai.
Diretor (2022-2023), Escuela Parroquial Virgen del Rosario, Villa Elisa – Paraguai.
Vigário (2014), Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Ouro Verde d’Oeste (PR).
Vigário (2015), Paróquia Santa Teresinha e Santo Agostinho, Ampére (PR).
Vigário (2016-2017), Paróquia San José Obrero, Yguazú – Paraguai.
Vigário (2016-2017), Paróquia Santos Arcángeles, Villa Elisa – Paraguai.
Vigário (2023-…), Paróquia Madonna di Valverde, Valverde – Itália.

Contato
freialex_oad@hotmail.com

Frei Airton Mainardi

de Nossa Senhora de Valverde


Breve biografia

Natural de Tenente Portela (RS), primogênito de Nelson Souza Mainardi e Nair Leoni Mainardi, ingressou na Ordem no ano de 1984, no Seminário Santo Agostinho, Ampére (PR). Entrou no noviciado em janeiro de 1988 no Seminário Santa Mônica, Toledo (PR), onde também a fez a Filosofia. Em 1992 passou a integrar a Comunidade religiosa internacional do Santuário della Madonnetta, Gênova – Itália, para os estudos teológicos. Após a ordenação sacerdotal em 1997 fez parte de várias comunidades religiosas, como pároco e mestre, entre as quais se destacam 6 anos como membro da Comunidade de Santa Rita, Ramos/Rio de Janeiro (RJ), com a responsabilidade da formação dos professos da Província durante os estudos teológicos. Integrou a Comunidade Santo Tomás de Vilanova sendo o diretor do Colégio Santo Agostinho. Atualmente faz parte da Cúria geral em Roma.

Datas significativas
Batismo: 7/5/1970, Paróquia Bom Jesus, Miraguaí (RS).
Crisma: 10/3/1985, Paróquia Santa Isabel da Hungria, Santa Izabel do Oeste (PR).
Ingresso na Ordem: 1/2/1984, Seminário Santo Agostinho, Ampére (PR).
Vestição religiosa: 17/1/1988, Catedral Cristo Rei, Toledo (PR).
Profissão simples: 15/1/1989, Seminário Santa Mônica, Toledo (PR).
Profissão solene: 19/1/1992, Paróquia Santa Teresinha e Santo Agostinho, Ampére (PR).
Ordenação diaconal: 21/12/1996, Santuário della Madonnetta, Gênova – Itália.
Ordenação sacerdotal: 2/8/1997, Nossa Senhora Aparecida, Salto do Lontra (PR).

Estudos
Licenciado em Filosofia (1991), UNIOESTE, Toledo (PR).
Bacharel em Teologia (1997), Facoltà Teologica dell’Italia Settentrionale, Genova – Itália.
Licenciado em Pedagogia (2017), UNINTER, Ourinhos (SP).

Serviços prestados à Ordem/Igreja
Definidor geral (2023-…).
Procurador geral (2023-…).
Ecônomo geral (2023-…).
Conselheiro Provincial (2010-2012).
Prior (2001-2002), Comunidade Santo Agostinho, Ampére (PR).
Prior (2002-2004), Comunidade Sant’Agostino, Pesaro – Italia.
Prior (2005-2006), Comunidade San Lorenzo Martire, Acquaviva Picena – Itália.
Prior (2010-2015), Comunidade Santa Rita, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).
Prior (2017-2018.2022-2023), Comunidade Santo Tomás de Vilanova, Ourinhos (SP).
Mestre dos Professos (2005-2006), Seminário San Lorenzo Martire, Acquaviva Picena – Itália.
Mestre dos Professos (2010-2015), Seminário Santa Rita, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).
Mestre dos Aspirantes (2016-2017), Seminário Santo Tomás de Vilanova, Ourinhos (SP).
Diretor (2018-2023), Colégio Santo Agostinho, Ourinhos (SP).
Professor (2016-2017), IFIST, Ourinhos (SP).
Pároco (2002-2004), Paróquia Sant’Agostino, Pesaro – Italia.
Pároco (2007-2009), Paróquia Santa Rita, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).
Pároco (2016-2017), Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Canitar (SP).
Vigário (2018-2023), Paróquia Nossa Senhora Aparecida do Vagão Queimado, Ourinhos (SP).

Contato
freiairton@gmail.com
@freiairtonmainardi

Frei Adelcio Vultuoso

de São Tarcísio


Breve biografia
Natural de Salto do Lontra (PR), filho de Alzemiro Vultuoso e Teresinha Scheper Vultuoso, ingressou na ordem em 1991, no seminário Santo Agostinho, Ampére (PR), (1991-1993). Realizou o postulantado e concluiu o ensino médio em Toledo (1994). O noviciado (1995) foi realizado no Seminário Nossa Senhora da Consolação, Nova Londrina (PR). Após a profissão simples retornou para a comunidade de Toledo para iniciar a Faculdade de Filosofia na Unioeste (1996-1999). Concluída a Filosofia, é transferido para Roma, na comunidade de Gesù e Maria, onde cursa a faculdade de Teologia e o Mestrado em Teologia Espiritual na Pontifícia Universidade Gregoriana (2000-2005), integrando a comunidade religiosa do Colégio Internacional Fra Luigi Chmel. Diante da necessidade de um formador e professor de Filosofia no Instituto de Filosofia Santo Tomás de Vilanova (IFIST), na comunidade de Ourinhos (SP), retornou ao Brasil e iniciou, após a ordenação sacerdotal, a atividade formativa por vários anos (2005-2014). Foi nomeado Prior e mestre do Colégio Internacional Fra Luigi Chmel pelo Definitório geral da Ordem e retornou a Roma por três anos (2014-2017). Após o período romano, regressou ao Brasil, integrando por um ano a missão paroquial em Salvador (BA), na Paróquia Santa Mônica. A partir do ano de 2019 se tornou mestre dos seminaristas no Seminário San Ezequiel Moreno, Yguazú – Paraguai. Atualmente é o Vigário provincial e o responsável pelas vocações adultas da Província, residindo na Comunidade de Nova Londrina (PR).


Datas significativas
Batismo: 24/10/1976, Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Salto do Lontra (PR).
Crisma: 29/8/1990, Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Salto do Lontra (PR).
Ingresso na Ordem: 8/1/1991, Seminário Santo Agostinho, Ampére (PR).
Vestição religiosa: 15/1/1995, Catedral Cristo Rei, Toledo (PR).
Profissão simples: 14/1/1996, Paróquia São Pio X, Nova Londrina (PR).
Profissão solene: 5/2/2000, Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Salto do Lontra (PR).
Ordenação diaconal: 23/10/2004, Chiesa di Gesù e Maria, Roma – Itália.
Ordenação sacerdotal: 13/08/2005, Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Salto do Lontra (PR).


Estudos
Licenciado em Filosofia (1999), UNIOESTE, Toledo (PR).
Bacharel em Teologia (2003), Pontificia Università Gregoriana, Roma – Itália.
Mestre em Teologia Espiritual (2005), Pontificia Università Gregoriana, Roma – Itália.


Serviços prestados à Ordem/Igreja
Vigário provincial (2022-2024).
Prior (2015-2017), Studentato Internazionale Gesù e Maria, Roma – Itália.
Mestre dos Aspirantes (2019-2021), Seminário Santo Ezequiel Moreno, Yguazú – Paraguai.
Mestre dos Professos (2015-2017), Studentato Internazionale Gesù e Maria, Roma – Itália.
Mestre dos Aspirantes (2006-2008.2010-2014), Seminário Santo Tomás de Vilanova, Ourinhos (SP).
Professor (2005-2014), IFIST, Ourinhos (SP).
Secretário (2005-2006), IFIST, Ourinhos (SP).
Vigário (2006-2014), Paróquia Santo Antônio, Ourinhos (SP).
Vigário (2022-2024), Paróquia São Pio X e Santa Rita, Nova Londrina (PR).


Contato
adelciov@bol.com.br

Frei Adalmir de Oliveira

de Jesus Crucificado


Breve biografia

Datas significativas
Batismo: 20/10/1991, Paróquia Santa Rita dos Impossíveis, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).
Crisma: 20/10/1991, Paróquia Santa Rita dos Impossíveis, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).
Ingresso na Ordem: 16/2/1992, Seminário Santa Mônica, Toledo (PR).
Vestição: 11/1/1998, Paróquia São Pio X e Santa Rita, Nova Londrina (PR).
Profissão simples: 10/1/1999, Paróquia São Pio X e Santa Rita, Nova Londrina (PR).
Profissão solene: 7/4/2002, Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Bom Jardim (RJ).
Ordenação diaconal: 20/12/2003, Paróquia Nossa Senhora do Sagrado Coração, Nova Esperança do Sudoeste (PR).
Ordenação sacerdotal: 16/5/2004, Paróquia Santa Rita dos Impossíveis, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).

Estudos
Formado em Filosofia (2000), Instituto Rosa Mística, Nova Friburgo (RJ).
Bacharel em Teologia (2003), Faculdade de São Bento, Rio de Janeiro (RJ).

Serviços prestados à Ordem/Igreja
Vigário paroquial (2004-2005), Paróquia Santa Rita dos Impossíveis, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).
Vigário paroquial (2005-2007), Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Bom Jardim (RJ).
Vigário paroquial (2013-2016), Paróquia São Pio X e Santa Rita, Nova Londrina (PR).
Vigário paroquial (2017-2018), Paróquia Senhor Bom Jesus, Araucária (PR).
Vigário paroquial (2022-…), Paróquia Santo Antônio, Pavuna/Rio de Janeiro (RJ).

Contato
freiadalmir-oliveira@bol.com.br

† Dom Frei Luis Vicente Bernetti

dos Sagrados Corações


Breve biografia
Nasceu em 24 de março de 1934 em Torchiaro-Ponzano di Fermo (AP), Itália, filho de Oreste Bernetti e Elvira Damiani. Depois de ter feito os estudos elementares na sua cidade natal, entrou no Seminário dos Agostinianos Descalços na cidade de Fermo aos 9 de outubro de 1944. Em Palermo, frequentou o liceu clássico-filosófico no Colégio “Missões Exteriores” dos Frades Menores Conventuais e iniciou o curso de teologia, que completou no Seminário Arquidiocesano de Fermo. Fez o mestrado em Teologia na Pontifícia Universidade Lateranense de Roma; já no Brasil, fez Pedagogia e Orientação Escolar na Faculdade Santa Dorotéia de Nova Friburgo (RJ). Em 25 de março de 1955 emitiu a profissão solene na Ordem dos Agostinianos Descalços e no dia 1 de junho de 1958 recebeu a ordenação sacerdotal. Enviado ao Brasil em 1961, ao interno da Ordem foi Superior, Mestre, Ecônomo, Superior delegado no Brasil. Pastoralmente trabalhou como pároco e vigário paroquial nas paróquias confiadas à Ordem nas dioceses do Rio de Janeiro (RJ), Nova Friburgo (RJ), Toledo (PR) e Palmas-Francisco Beltrão (PR). No dia 12 de junho de 1996 foi nomeado Bispo titular de Rufiniana e Auxiliar de Palmas-Francisco Beltrão (PR), recebendo a ordenação episcopal em Ampére (PR) aos 24 de agosto de 1996. Aos 2 de fevereiro de 2005 foi nomeado Bispo de Apucarana (PR), tomando posse como 3º bispo diocesano no dia 21 de abril do mesmo ano. No Regional Sul II da CNBB foi bispo referencial para a Pastoral Vocacional, Bispo referencial para CRB no Paraná e membro da Presidência. Aos 8 de agosto de 2009, como bispo emérito de Apucarana, retorna à comunidade religiosa. A partir de 2010 residiu na comunidade de Bom Jardim (RJ), onde foi cuidado com todo zelo e carinho, coroando o seu testemunho de religioso, sacerdote e bispo, diante das consequências provocadas pelo mal de Alzheimer. Faleceu aos 11 de agosto de 2017, aos 83 anos de idade, sendo sepultado no cemitério municipal de Ampére (PR), na capela mortuária dos Frades Agostinianos Descalços.


Datas significativas

Vestição Religiosa – 15/08/1950 – Convento Santa Maria in Monticelli, Amelia (TE) – Itália.
Profissão Simples – 28/08/1951 – Convento Santa Maria in Monticelli, Amelia (TE) – Itália.
Profissão Solene – 25/03/1955 – Convento San Gregorio Papa, Palermo (PA) – Itália.
Ordenação Diaconal – 30/11/1957 – Convento della Misericordia, Fermo – Itália.
Ordenação Presbiteral – 01/06/1958 – Convento della Misericordia, Fermo – Itália.
Ordenação Episcopal – 24/08/1996 – Paróquia Santa Teresinha e Santo Agostinho, Ampére (PR).


Estudos

Liceu clássico-filosófico (1954) – “Missioni Estere”, Palermo – Itália.
Bacharel em Teologia (1958) – Seminário Arquidiocesano, Fermo – Itália.
Bacharel em Pedagogia (1970) – Faculdade Santa Dorotéia, Nova Friburgo (RJ).
Mestre em Teologia Dogmática e Pastoral (1960) – Pontifícia Universidade Lateranense, Roma – Itália.


Serviços prestados à Ordem/Igreja
Bispo de Apucarana (PR) (2005-2009).
Bispo auxiliar de Palmas e Francisco Beltrão (1996-2005).
Superior delegado (1976-1987.1995-1996), Delegação dos Agostinianos Descalços no Brasil.
Prior (1966-1969), Comunidade Nossa Senhora da Conceição, Bom Jardim (RJ).
Prior (1973-1981.1988-1993), Comunidade Santa Rita, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).
Prior (1982-1987), Comunidade Santa Mônica, Toledo (PR).
Prior (1994-1996), Comunidade Santo Agostinho, Ampére (PR).
Mestre (1958-1959), Convento Madonna della Misericordia, Fermo – Itália.
Mestre (1966-1969), Seminário Santo Agostinho, Bom Jardim (RJ).
Mestre dos professos (1988-1993), Comunidade Santa Rita, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).
Pároco (1973-1971.1993-1994), Paróquia Santa Rita, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).
Pároco (1983-1984), Paróquia Santo Antônio, Formosa d’Oeste (PR).
Pároco (1985-1987), Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Ouro Verde d’Oeste (PR).
Pároco (1994-1996), Paróquia Santa Teresinha e Santo Agostinho, Ampére (PR).
Vigário paroquial (1961-1966), Paróquia Santa Rita, Ramos/Rio de Janeiro (RJ).
Vigário paroquial (1966-1972), Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Bom Jardim (RJ).


Contato
direção@colegiosantoagostinho.net

Vídeos da Ordenação Episcopal de Dom Frei Luiz
Vídeo 01
Vídeo 02
Vídeo 03

10º Costelão de Chão, Ourinhos (SP)

No último dia 19 de março, ocorreu no Seminário Santo Tomás de Vilanova de Ourinhos (SP) o 10º Costelão de Chão. Um evento beneficente em prol do nosso seminário e do futuro Colégio Santo Agostinho. Após uma semana de muita chuva, no domingo o tempo colaborou e o evento foi um sucesso com a graça de Deus.
Aproximadamente 850 pessoas participaram do tradicional almoço à moda sulista, no qual foram servidas 52 costelas assadas por mais de 6 horas. O evento contou ainda com show de prêmios e a possibilidade de conhecer as instalações do futuro Colégio Santo Agostinho que iniciará suas atividades em 2018.
Tudo ocorreu em um clima familiar e com a presença de pessoas de Ourinhos e várias cidades da região. O próximo costelão será no dia 22 de outubro. A nossa comunidade religiosa agradece a todos que colaboraram, trabalharam e participaram deste evento de sucesso que já se tornou um almoço tradicional.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Ordenação Diaconal de Frei João e Frei Wellington

No dia 19 de março de 2017, no salão Santa Rita, na comunidade Santa Mônica em Toledo (PR), foram ordenados diáconos Frei João Paulo da Silva e Frei Wellington Clébio Faria Porfírio de Barros, pela imposição das mãos de Dom João Carlos Seneme, Bispo Diocesano de Toledo.
Estavam presentes o Prior provincial, Frei Vilmar Potrick, vários confrades Agostinianos Descalços, seminaristas e um grande número de pessoas, familiares, amigos e benfeitores. Após a celebração os sacerdotes, seminaristas e familiares e amigos tiveram um jantar de confraternização no Seminário Santa Mônica.
Frei Wellington exercerá seu ministério diaconal na comunidade Santa Mônica em Toledo, já Frei João Paulo na comunidade Nossa Senhora da Conceição em Bom Jardim (RJ). Os nossos agradecimentos por todos que colaboraram na formação dos nossos confrades e o desejo de um profícuo ministério.

Este slideshow necessita de JavaScript.

1º Retiro OAD 2017

Todos os anos os religiosos são convidados a realizar uma semana de retiro, seguindo as normas do Código de Direito Canônico e das nossas Constituições. A comunidade Santa Mônica, Toledo (PR), hospeda todos os anos os religiosos para este momento de oração e reflexão. Como não é possível que todos se ausentem de suas comunidades, um grupo realiza o retiro no 1º semestre e outro no 2º semestre. Nos dias 13-17 de março ocorreu o 1º retiro do ano, assessorado por Dom Luiz Soares Vieira, Arcebispo emérito de Manaus (AM), o qual abordou temas relacionados ao sacerdócio e à vida comunitária. 

Fotos Antigas – Yguazú – Paraguai

Os Agostinianos Descalços chegaram à cidade paraguaia de Yguazú em 2003. Os trabalhos pastorais foram iniciados na Paróquia San José Obrero e logo surgiu a necessidade de construir um seminário para acolher nossos seminaristas. A partir disso, o Seminário Santo Ezequiel Moreno começou a ganhar forma até ser oficialmente inaugurado em 2006. Em seguida, nossos religiosos iniciaram também a construção da Escuela Católica San Agustín.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Maria di Nazaret nei testi biblici (2): Il Vangelo di Luca

Frei Diones Rafael Paganotto, oad

Il nostro precedente articolo (cf. Presenza Agostiniana genn./febb. 2017, p. 38-41) ha preso in considerazione alcuni testi dei vangeli di Matteo e Marco circa la figura di Maria di Nazaret. Lo spazio dedicato alla madre di Cristo è minimo, appena alcuni versetti, tanto che Maria praticamente non parla nei primi due vangeli canonici. Tutt’altra è la situazione nel terzo vangelo. Infatti, l’evangelista Luca dedica molta attenzione a Maria nei primi due capitoli del suo testo, i quali si concentrano sull’infanzia di Gesù e collocano la madre in praticamente tutti gli episodi: Maria riceve l’nnuncio della nascita di Gesù (Lc 1,26-38), visita Elisabetta (Lc 1,39-45), proclama il Magnificat (Lc 1,46-56), ovviamente participa alla nascita di Gesù (Lc 2,1-20), presenta il figlio al Tempio e incontra con Simeone ed Anna (Lc 2,21-38), oltre a portare il figlio dodecene al Tempio (Lc 2,41-52).

Sarebbe un esagero considerare questi due capitoli come “mariologici”, visto che tutto il vangelo è cristologico, ma Lucca vuole presentare sin dall’inizio del suo vangelo la presenza della madre nella vita del figlio, oltre a sottolineare l’importanza di Giovanni Battista come colui che fa l’abbotonatura tra l’Antico Testamento e la novità portata da Gesù di Nazaret.

 

Maria nel vangelo di Luca (Lc 1,39-45)

Visto che la pericope dell’anuncio della nascita di Gesù (Lc 1,26-38) è constantemente proposta nelle principali celebrazioni liturgiche incentrate su Maria, mentre la nascita di Gesù (Lc 2,1-20) e gli episodi attorno al Tempio (Lc 2,21-38.41-52) sono continuamente meditati nel periodo di Natale, proponiamo i brani della visita di Maria a Elisabetta (Lc 1,39-45) e della vita di Gesù a Nazaret (Lc 2,39-40) come spunti di riflessione circa la figura della madre di Gesù nel vangelo lucano. Ecco primo il testo, secondo la versione CEI (2008):

Lc 1,39 In quei giorni Maria si alzò e andò in fretta verso la regione montuosa, in una città di Giuda. 40 Entrata nella casa di Zaccaria, salutò Elisabetta. 41 Appena Elisabetta ebbe udito il saluto di Maria, il bambino sussultò nel suo grembo.
Elisabetta fu colmata di Spirito Santo 42 ed esclamò a gran voce: «Benedetta tu fra le donne e benedetto il frutto del tuo grembo! 43 A che cosa devo che la madre del mio Signore venga da me? 44 Ecco, appena il tuo saluto è giunto ai miei orecchi, il bambino ha sussultato di gioia nel mio grembo. 45 E beata colei che ha creduto nell’adempimento di ciò che il Signore le ha detto».

1) Maria parte e si colloca in cammino: dopo che Maria ha accettato la proposta divina attraverso l’annuncio dell’angelo, lei si mette a cammino verso la regione montuosa di Giuda. Questo viaggio ha avuto inizio «in quei giorni», non sappiamo se la sua partenza è stata immediata o se Maria ha meditato alcuni giorni l’episodio che ha cambiato completamente la sua esistenza e dopo si è avviata verso la regione montuosa. L’importante, però, è la partenza! Maria si alza e và in fretta verso la sua parente Elisabetta. Dopo aver preso la ferma decisione, lei fa un lungo cammino di oltre cento chilometri, in mezzo alle montagne, per arrivare dai suoi parenti. L’annuncio dell’angelo ha chiamato l’attenzione di Maria su due punti: lei si tornerebbe la madre del Signore ed Elisabetta era già incinta! La futura nascita di due bambini provoca la gioia, ma al tempo stesso due situazioni di rischio, vista l’avanzata età della parente e il matrimonio incamminato com Giuseppe. Maria parte per un cammino che durerà tutta la sua vita, qualcosa che và oltre quei tanti chilometri, e porta nel cuore la nostalgia per rivedere la sua parente, la curiosità per verificare ciò che l’angelo ha comunicato, la disposizione per mettersi al servizio dell’anziana Elisabetta, ossia, il viaggio possiede tanti motivi, ma l’importante è la partenza, è la decisione di cominciare un nuovo ed affascinante pellegrinaggio.

2) Maria riconosce l’azione di Dio: l’arrivo di Maria alla casa di Elisabetta provoca qualcosa di straordinario, il nascituro sussulta nel grembo della madre anziana che riceve una visita. La gioia, però, non è soltanto di Elisabetta e suo figlio, anche Maria si rallegra, visto che lei ha la duplice conferma dell’azione di Dio nei suoi confronti. La prima prova è la gravidanza di Elizabetta, infatti l’angelo aveva già annunziato a Maria che per Dio nulla è impossibile (Lc 1,37) e lei può vedere con i propri occhi la generazione di una vita che l’è stata presentata come una conferma del piano di Dio; Maria riconosce così l’azione di Dio in Elisabetta. La seconda prova è l’affermazione di Elisabetta che Maria sta incinta quando le chiama «madre del mio Signore», di fatto lei si era autoriconosciuta come la serva del Signore e si era messa a disposizione di Dio (Lc 1,38), ma l’angelo non aveva affermato che in quel preciso instante il Verbo si sarebbe incarnato; Maria riconosce anche l’azione di Dio in sé stessa, giacchè le parole della sua parente confermano ciò che l’angelo le ha proposto. La riconoscenza, pertanto, dell’agire divino nella propria vita fà che il cammino intrapreso precedentemente per Maria abbia i primi frutti e sia allimentato attraverso gesti semplici e concreti. Chi non riconosce l’azione di Dio nella propria vita finisce per fermarsi nel cammino.

3) Maria è la madre del Signore: l’evangelista Luca sottolinea alcune espressioni proferite da Elisabetta nei confronti di Maria: benedetta, madre e beata. La prima e l’ultima affermazioni sottolineano un posto speciale per Maria nella storia della salvezza. Lei è riconosciuta come benedetta fra tutte le donne, un’affermazione costitutiva della preghiera dell’Ave Maria; il termo benedetta porta com sè l’idea che Dio dice il bene (bene dire) su Maria, siccome la parola di Dio è già un fatto concreto nel linguaggio biblico, il dire di Dio significa già la trasformazione operata dal bene, significa il ricevere una grazia speciale e si tornare la più benedetta tra tutte le creature. Maria è identificata anche come beata, una donna felice e gioiosa dinanzi la sua adesione fedele al Signore, essere beata significa avere la fede necessaria in qualsiasi situazione, pure nei momenti più difficili, la beatitudine mariana è quella di credere in una promessa, come Abramo, Mosè, Isaia e tanti altri personagi biblici. La seconda e centrale affermazione è quella di essere madre, uno strumento dello Spirito Santo per generare la vita, così come lo Spirito era stato promesso dall’angelo come ombra dell’Altissimo che sarebbe scesa su di lei (Lc 1,35), lo stesso Spirito colma Elisabetta nel riconoscere Maria come la madre del Signore, lei riceve il dono della maternità grazie alla sua disponibilità e ad un atto di Dio; quando l’umano e il divino s’incontrano una nuova vita viene generata, Maria non aveva il diritto di essere madre, ma questo grandissimo dono l’è stato concesso visto la sua fede e disponibilità.

 

Maria nel vangelo di Luca (Lc 2,39-40)

Dopo gli episodi attorno al Tempio de Gerusalemme, mentre il bambino aveva circa quaranta giorni, Luca riassume tutta l’infanzia di Gesù, fino ai dodici anni, in appena due versetti. Ecco il testo, secondo la versione CEI (2008):

Lc 2,39 Quando ebbero adempiuto ogni cosa secondo la legge del Signore, fecero ritorno in Galilea, alla loro città di Nazaret. 40 Il bambino cresceva e si fortificava, pieno di sapienza, e la grazia di Dio era su di lui.

1) La famiglia obbedisce la legge: la legge non era soltanto un insieme di precetti che dovevano essere eseguiti dai giudei, ma rappresenta l’identità di un popolo, la sua più grande ricchezza e il differenziale dinanzi gli altri popoli. Maria e Giuseppe hanno portato il bambino Gesù a Gerusalemme per adempiere la presentazione al Tempio perchè ritenevano che il rito di consacrazione al Signore era importantissimo per il loro figlio. L’adempimento della legge non significava una semplice prescrizione o una tradizione sociale, ma il necessario ricevimento di una caratteristica personale. Il bambino fa parte del popolo giudaico, prescelto da Dio secondo le Scritture, e riceve un modello religioso su cui crescere e fondare le più importanti decisioni della sua vita. Maria possiede la convinzione di che la religiosità è fondamentale per il suo figlio, perchè lei in primis ne ha fatto l’esperienza.

2) La famiglia possiede una dimora in Nazaret: il piccolo vilaggio di Nazaret si trovava nella regione della Galilea, nelle vicinanze del lago di Tiberiade, anche chiamato di lago Genesaret. Un tipico agglomerato giudaico situato in una regione desertica, dove gli abitanti sopravvivevano dall’agricoltura familiare e dall’artigianato. In questo posto semplice e umile Gesù trascorse la maggior parte della sua vita, un ambiente familiare dove praticamente tutti si conoscevano e probabilmente si aiutavano nei momenti di difficoltà. Maria e Giuseppe considerano Nazaret come la «loro città» e insegnano il bambino che anche lui fà parte di questo posto. Quel semplice vilaggio aveva i suoi limiti e problemi, ma ciò che la società non poteva offrire al bambino, di sicuro la sua famiglia poteva; Maria e Giuseppe non guardano le cose che Nazaret non poteva fornire, ma valorizzano le cose che il loro posto era in grado di dare al bambino, contribuendo così alla sua crescita come persona. Gesù impara a far parte di un società guidata dai precetti religiosi.

3) Il bambino cresce con un modello familiare: oltre all’aspetto religioso e civile, il bambino trova in Maria e Giuseppe il modello familiare per crescere e fortificarsi in «sapienza e grazia». La madre fornisce tutto che il figlio veramente necessita durante la sua infanzia: l’aspetto religioso (legge del Signore) e l’aspetto comunitario (Nazaret) unito alla presenza dei genitori. Gesù cresce non soltanto in età e statura, ma soprattutto in sapienza e grazia, ossia, l’ausilio divino che proporziona la conoscenza per affrontare le più diverse situazioni della vita, il saper vivere tutte le realtà innerenti l’esistenza come l’importanza dei rapporti umani, il dolore, le conquiste e le sconfitte. Maria aiuta il suo figlio ad essere una persona religiosa, un cittadino di bene e, soprattutto, un uomo sapiente.

Artigo publicado na revista Presenza Agostiniana, n. 2, mar./abr. 2017, p. 19-22.